Maikon: ‘Ele subiu doidão’


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Maikon e Cledinaldo eram parceiros. No dia do crime, o assassino levou Cledinaldo para jantar em sua casa. Em determinado momento, a vítima teria destratado sua mãe e feito gracejos. Na hora, Maikon teria decidido matar o amigo. Ele simulou estar tudo bem e convidou Cledinaldo para consumir droga. Seguiram no carro da vítima até os fundos do Jardim Aviação e pararam em uma estrada de terra. “Eu cheirei primeiro. Na vez dele, cheguei perto e falei: chegou sua hora. Disparei quatro vezes em sua direção. Ele subiu doidão”, disse. Na seqüência, Maikon teria saído com o carro de Cledinaldo e comprado dois litros de álcool. Despejou o conteúdo de um frasco sobre o veículo e ateou fogo ao corpo. Ainda de acordo com sua versão, retornou ao local onde estava o cadáver, esparramou o álcool e colocou fogo. Com o corpo em chamas, teria efetuado outro disparo em sua direção.

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