Graciela dispara: ‘Não há seriedade’


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Autora das representações contra Joaquim Pereira Ribeiro (PSB), Graciela Ambrósio (PP) ficou irritada e fez duras críticas aos membros do Conselho de Ética da Câmara Municipal. Ela afirmou que “aguardava” pelo arquivamento dos dois processos. “Não esperava outra coisa de uma comissão que vem arquivando vários procedimentos gravíssimos, como divisão de salários para assessores e outras representações. Não há seriedade”, disse. Questionada sobre a que casos se referia, Graciela citou Jepy Pereira (PSDB), presidente do conselho, que assumiu, na Câmara e no Ministério Público, em outubro do ano passado, dividir a verba destinada à contratação de um assessor parlamentar para duas pessoas. “O vereador Jepy confessou que fazia isso. Não deu em nada. Eu ia esperar o quê? Que no meu caso fosse acontecer alguma coisa? Eu não esperava seriedade mesmo, mas é lamentável”, lamentou Graciela. “Acho que podemos até rasgar esse Código de Ética porque ele não existe”, completou. SAIAS-JUSTAS Desentendimentos entre vereadores não são raros. Em 7 de agosto do ano passado era discutida a proposta de Marcelo Mambrini (PMN) para que a Câmara abrisse aos sábados. Contrário à idéia, Jepy o chamou de “asno vereador”. Em 4 de março deste ano, foi a vez de Válter Gomes (PSB) e Gilson Pelizaro se desentenderem por causa de matéria que criava vagas na Educação. Por pouco, não saíram no tapa. “Pode vir, excelência”, dizia o petista. “Tenho sangue nas veias”, rebatia Gomes.

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