A gabiroba só conheço de nome. Onde nasci (São Paulo, capital), nunca vi essa árvore em quintais de casas. Se tinha, nunca prestei atenção. Soube agora, pela coluna (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia. php?id=30555) que essa fruta é rica em vitamina C e ótima para problemas do trato urinário e gastrointestinal, menos para gravidez. Cuidado com ela então, né??
Cristina
Franca - SP
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Eu também sou do tempo em que se “caçava” gabiroba. Realmente, naquela época havia o boato que as mocinhas ficavam grávidas quando iam caçar gabirobas. Minha imaginação de moleque tecia o inimaginável: aquelas plantas rasteiras, com seus galhos longos abraçando as meninas e as seduzindo. Até então, o vilão nacional era o boto amazônico, mas, em função da distância com a Amazônia, restava culpar a inofensiva plantinha. Quanto à forma interessante que o colunista Edward de Souza “provou” quantos quilômetros andamos por litro de... cerveja, acredito que preciso fazer uma regulagem. Não faço nem dez quilômetros por litro...
Valentim Miron
Franca - SP
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Parabéns Edward. Fiquei feliz em saber da restauração da praça da Estação. E, sobre a cerveja, não fossem aqueles que não bebem nem sob reza brava, nossa performance seria muito melhor, bem como o orgulho. Abraço ao colunista, direto da sempre quente e bela Teresina.
Antônio R. Barbosa
Teresina - PI
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