Nesse grupo de 14 pessoas que pratica o basquete para cadeirantes, ninguém quer saber de sedentarismo. "A gente perguntou para o pessoal até onde iríamos? Eles disseram que a gente poderia chegar até onde quiséssemos", comentou Carlos da Silva, um dos 13 integrantes do projeto mantido na Unifran. Pablo Costa, ex-jogador profissional do Franca Basquete e a frente dos treinamentos com os cadeirantes, comentou que está em andamento a formação de uma entidade que poderia reunir dinheiro para manter um time. "Esse pode ser um primeiro passo para no futuro termos uma equipe da cidade", disse.
O caminho não é fácil. Para disputar competições pela Federação Paulista e ou Confederação Brasileira é preciso jogar com cadeiras especiais, que chegam a custar R$ 1300 cada uma. "Temos de fazer muita coisa, mas não é impossível. Tem gente interessada, mas antes temos de montar uma associação", explicou Pablo.
O basquete sobre cadeira de rodas foi o primeiro esporte paraolímpico praticado no Brasil. Sérgio Del Grande é um dos pioneiros, ao trazer a idéia dos Estados Unidos, em meados da década de 50, para São Paulo.
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