Doença incurável da alma


| Tempo de leitura: 1 min
Pelo jeito esse assunto não tem fim! Digam-me: o que eu tenho de anormal? Que gestos obscenos eu faço? Eu sou normal. Quem me vê não se assusta. E não sou só eu não. Este Comércio entrevistou Rhana, Katellen, Dafny e ninguém se assustou conosco. Sou uma cidadã como você, Alexandre (César Lima Diniz, leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=30472). Pago minhas contas, ajudo a eleger prefeito e não devo nada a ninguém. Respeito sua opinião e exijo respeito às minhas. Deus coloca luz na cabeça das pessoas, inteligência... Não quero que ninguém aceite mas quero, sim, respeito. Isso é que é fundamental. Da mesma forma que há travestis malandros, há também homens e mulheres que não servem. Fabiana Faleiros Moreira Franca - SP

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários