Quadrilha de ladrões de banco é presa em Franca


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PROVAS - Delegado da Polícia Federal, Edson Geraldo Souza, mostra objetos apreendidos com quadrilha especializada em furtar bancos
PROVAS - Delegado da Polícia Federal, Edson Geraldo Souza, mostra objetos apreendidos com quadrilha especializada em furtar bancos
Cinco integrantes de uma quadrilha especializada em roubar bancos foram presos pela Polícia Federal em Franca na madrugada de ontem. Os assaltantes foram detidos no momento em que tentavam invadir uma agência da Caixa Econômica Federal. Com o bando, foram apreendidos três carros. A Polícia Federal não divulgou qual das agências os ladrões tentaram invadir. Eles vinham sendo investigados e tinham os passos rastreados de perto. Todos os acusados são de Ribeirão Preto. Com eles, foram apreendidos dois Fords Ecosport e um Citroën Picasso, que eram utilizados no momento do roubo. No interior dos veículos, foram encontradas ferramentas e luvas utilizadas na tentativa de desativar o sistema de segurança. Segundo a Polícia Federal, a quadrilha já havia tentado assaltar pelo menos dez agências, obtendo sucesso em alguns casos. O alvo preferido dos ladrões eram a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. Conduzidas pelo delegado Edson Geraldo Souza, as investigações duraram três meses. Neste período, policiais do Setor Técnico Científico da Polícia Federal colheram, em agências roubadas, impressões digitais, gotas de sangue e moldes de calçados. De acordo com o delegado, os materiais foram confrontados e permitiram identificar o grupo preso com os roubos anteriores. “Provas estas que na data de hoje (ontem) puderam ser aferidas com o exame de comparação entre um molde de calçado usado em um dos assaltos com o calçado de um dos presos”, disse o policial por meio da assessoria de imprensa. Além destes detalhes, a polícia comprovou que um par de tênis, o blusão, uma camiseta, um brinco e um boné usados pelos criminosos detidos em Franca são os mesmos de indivíduos flagrados por câmeras de agências invadidas anteriormente. As investigações continuam e mais pessoas podem ser presas.

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