Sapatos velhos, móveis quebrados, pneus, restos de construções, comida estragada, animais mortos, sobras de materiais industriais e muito lixo doméstico. É possível encontrar de quase tudo nos lixões dos terrenos baldios de Franca.
Para o diretor da Divisão de Fiscalização de Obras e Posturas, Ismael Xavier, a culpa por esse cenário é da população. “O povo não tem consciência do prejuízo causado ao meio ambiente. Existem pessoas que não conseguem guardar o lixo em casa para depois colocar na rua para a coleta”.
Xavier disse que o número de fiscais na cidade é insuficiente para inibir o descarte de lixos nos terrenos vagos. “Temos 15 fiscais para um total de 40 mil terrenos vagos, não há como controlar”.
O diretor da Divisão lembrou, no entanto, que para ajudar a diminuir o número de entulhos jogados em terrenos, a Prefeitura realiza há dois anos o Arrastão da Limpeza. A ação percorre os bairros da cidade, aos sábados, para recolher móveis velhos, latas, pneus, garrafas e demais entulhos, com exceção do lixo doméstico e restos de construção. Na última edição, realizada no sábado, dia 31 de maio, foram recolhidas 35 toneladas de lixo.
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