Franca Basquete é o campeão da Supercopa


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Jogadores e membros da comissão técnica do Unimed/Franca posam com a taça e as medalhas de campeão
Jogadores e membros da comissão técnica do Unimed/Franca posam com a taça e as medalhas de campeão
A noite de 5 de junho ficará marcada para sempre na história do Franca Basquete. O clube conquistou o 40º título de sua história ao massacrar Assis, por 85 a 53 (43 x 22), ontem, no Póli. O time comandado por Hélio Rubens Garcia fechou o playoff final da Supercopa em 3 a 1 e faturou a taça da primeira edição do torneio. Desde que retornou a Franca em 2005, este foi o quarto título do treinador à frente da equipe local. Empurrado por 6.378 torcedores que lotaram o Ginásio do Póli, o time se impôs em quadra e mostrou que a derrota sofrida em Assis foi apenas um acidente de percurso. Em nenhum momento, o adversário ameaçou a supremacia francana. Ao final do terceiro quarto, com o Unimed/Franca vencendo por 65 a 35, o público soltou o grito de "é campeão", atestando a total eficiência do time, que teve 100% de aproveitamento na temporada, conquistando os três títulos que disputou (Paulista, Copa Ouro e Supercopa). A festa e o delírio da torcida foram completos. Atônitos, os jogadores de Assis apenas torceram para que o jogo acabasse rápido. Com o cronômetro zerado, foram rapidamente para os vestiários. Apenas o pivô Ricardo Probst, capitão assisense e cotado para reforçar o time francano, apareceu para buscar as medalhas de prata e o troféu de vice-campeão. Um dos jogadores mais regulares do Unimed/Franca na temporada, o pivô William Drudi não conteve a emoção e, às lagrimas, comemorou a melhor temporada de sua carreira. "Agradeço ao Hélio, aos meus companheiros de equipe e também à maravilhosa torcida francana. Ganhei três títulos, fui convocado para a seleção brasileira, vou ser pai pela primeira vez e ainda estou na seleção da Supercopa. Foi tudo perfeito", disse Drudi, que não esqueceu dos momentos difíceis que passou quando chegou à cidade em 2006. Ao ser contratado, Drudi só pôde jogar a Liga Sul-Americana, pois as inscrições para o Campeonato Paulista já haviam sido encerradas. "Treinei muitas vezes com os juvenis. Quando não tinha treino, minha mulher vinha para a quadra pegar as bolas para eu arremessar. Dedico o título e toda a temporada à ela e ao meu filho, que nem sei se verei nascer, pois estarei disputando o Campeonato Sul-Americano", finalizou. [FOTO2] Com o encerramento da Supercopa, surgem os primeiros rumores de que o Brasil voltará a ter uma competição nacional que contará com clubes de diversas regiões do Brasil. Carlos Ferro, dirigente do Paulistano e também da ACB (Associação de Clubes de Basquete) sinalizou que os entendimentos com a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) já tiveram início. "É provável que a Liga Nacional aconteça no segundo semestre, junto com o Paulista. No meio de semana, podem acontecer jogos pelo torneio estadual e, aos fins de semana, as partidas da Liga. Nada é certo, os entendimentos já começaram", afirmou o cartola. Até lá para os francanos só festa.

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