Clássico para quebrar tabu nas corridas


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O cavaleiro Marcos Tarcísio monta Mustang em prova de sábado no Parque ‘Fernando Costa’
O cavaleiro Marcos Tarcísio monta Mustang em prova de sábado no Parque ‘Fernando Costa’
Tradicional por sua rivalidade, dentro e fora dos campos, a corrida entre os clubes Nove de Julho e Três Colinas, neste domingo, às 15h30, pela 3ª rodada do Torneio Regional Hípico, pode ser a responsável por acabar com uma história que dura um ano e dez meses. Nesse período, em que aconteceram três confrontos entre as duas equipes na fase classificatória, o Nove de Julho conseguiu a vitória em todos. Em 2006, pelo 2º turno, o Nove ganhou em seu campo por 405 a 382. Já em 2007, no primeiro turno, foi 429 a 351 no Paiolzinho também e 411 a 396, no campo do Três Colinas, no segundo turno. Neste ano, a história está para ser escrita. Em 1999 aconteceu a primeira final da competição entre os dois times e o Três Colinas ganhou. Depois foram mais dois anos consecutivos de finais entre eles e o Nove de Julho perdeu todos. Em 2003, eles se reencontraram e mais uma vez o Três foi campeão. A última corrida que gerou confronto nos campos e fora deles foi em 2006, durante as semifinais. No primeiro encontro, o Nove de Julho perdeu em casa por 395 a 390. Na disputa seguinte, o clube do Paiolzinho não apareceu e o rival foi para a final ao ganhar por WO e muita discussão. O treinador do Três Colinas, Washington Luís Neves, comentou que corrida como a deste domingo deve reunir um bom público. "Nossa torcida vai em peso e acho que podem estar lá entre mil a 2 mil pessoas. Talvez só 700 serão do Três Colinas", disse. Diante desta torcida, ele afirmou que o clube não pode desapontar. "Vou tentar sair com a vitória", disse. No Nove de Julho o sentimento é o mesmo. O presidente Jurandir de Castro confirmou que todos os melhores cavalos e cavalheiros vão correr. Mas o dirigente demonstrou um certo desapontamento com a derrota sofrida pela equipe no último fim de semana, para o Cássia. Houve reclamação para a comissão julgadora por parte de alguns zeros que o time tomou, mas o parecer foi contrário ao que pretendia a agremiação do Paiolzinho. "Chegamos a ficar 33 pontos na frente e no chapéu, prova que temos o que há de melhor, acabamos derrotados", lamentou. "Mas é passado e estamos recuperados do baque", afirmou.

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