Doença incurável da alma


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Não sei se o jornal vai ter coragem de publicar, mas ninguém me tira de idéia que o homossexualismo é um dos maiores desequilíbrios sexuais da natureza humana. Ou seja, é doença de origem psicossomática. O normal é um ser ajustar seu psiquismo ao físico que lhe foi dado: homem deve agir como homem, e mulher, como mulher. Tudo que não se ajusta a isso eu e, tenho certeza, a maioria esmagadora que leu a matéria publicada pelo Comércio (disponível em http://www.comerciodafranca.com.br/ materia.php?id=30164), concorda que se trata de um doente desequilibrado mental, precisando de cuidados psiquiátricos. Pena que nada possa tirá-los dessa desvairada natureza doentia. Um homem que procura sexualmente um travesti ou um gay, certamente se iguala em todos os quesitos, pois se trata de outro ser com sexualidade indefinida, portador do mesmo desequilíbrio sexual. Eu não penso que homossexualismo seja opção e nem falta de vergonha na cara. Tenho certeza que é doença incurável da alma humana, pelo menos até o atual momento. Herbert Franca - SP ***** Concordo com Herbert. Hoje em dia o homossexualismo soa como normal, mas é desequilíbrio mental e emocional que precisa ser tratado. O sexo foi instituído para pessoas que se amam e compartilham a vida juntas. Hoje, se tornou mercadoria barata que se encontra em qualquer esquina. Não sou contra homossexuais e garotas de programa, mas contra o comportamento que adotam. Janaína Franca - SP ***** Devo discordar, com todo o respeito que merecem os leitores Herbert e Janaína. Para tanto, quero exemplificar com algo radical. Tenho conhecimento de vários “casais” gays que conseguiram dar vida digna a filhos adotados, inclusive encaminhando-os para vida plena de cidadania. Isso, ao contrário de outros casais ditos normais, a exemplo de Nardonis e Jatobás da vida, que deixam a desejar como legítimos tutores e educadores de suas proles. Na minha opinião, devemos aceitar a diversidade e repelir qualquer forma de preconceito e rejeição. Quanto à perversão de cada um, desde que seja entre adultos e de forma consensual, sem ofender a terceiros, acho que tudo bem... José da Silva Franca - SP ***** Eu não concordo com Herbert e Janaína. Não sou lésbica, mas acho que ele não foi feliz em dizer que se trata de doença. Se fosse, não haveria tantos “saindo do armário”. Aliás, nem mesmo tem confiança em si próprio, já que expressou seu medo de que o jornal não publicasse o que tinha a dizer. Ainda assim, temos que respeitar o ponto de vista do nosso amigo até por que se o mundo fosse perfeito ele não teria que dizer o que disse. Sempre existirá a desigualdade até que o ser humano possa encontrar a perfeição! Karine Martins Franca - SP ***** Não sou homossexual, mas estou assustadíssima com as opiniões. Com tudo o que já se conhece sobre a homossexualidade, como ainda pode haver pessoas que acreditam que isso seja doença ou desequilíbrio mental? Criticar comportamentos extravagantes é uma coisa, dizer que a homossexualidade é desequilíbrio mental é outra bem diferente. Acho que quem diz isso precisa se informar melhor. Falta-lhes muito conhecimento! Realmente os gays têm razão quando dizem que a luta pelo respeito está longe de acabar... Há alguns anos eu era contra as “Paradas Gays”, mas hoje vejo que isso é importante porque facilita a visibilidade de assuntos que muitos consideram ferida para não se tocar. Que todos nós, depois desses comentários, apoiemos com afinco o respeito à pessoa homossexual. Estou perplexa! Daniela Franca - SP

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