Um acordo firmado entre o Ministério Público e a Corde (Comissão Pró-Cidadania da Pessoa com Deficiência) agilizará a concessão de gratuidade no transporte coletivo aos portadores de deficiência física. Desde o dia 6 de maio, uma comissão multiprofissional formada por assistente social, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e médico tem avaliado os pedidos dos deficientes e liberado ou negado o benefício num prazo de até 15 dias. Atualmente oito pessoas esperam pela avaliação.
Os interessados podem requerer a gratuidade no posto de atendimento do Terminal de Ônibus “Airton Senna”, das 8 às 12 horas e das 13h30 às 17h30. O pedido será encaminhado para o assistente social Márcio Naline, integrante da comissão multiprofissional. É ele que verá a necessidade da “perícia” pelos outros profissionais. “Tem situações em que a concessão é imediata. Eu mesmo faço. Mas há casos em que precisamos de profissionais de saúde na avaliação”.
Segundo Naline, as pessoas precisam se enquadrar nos critérios de deficiência estabelecidos em lei e, só então, terão direito à gratuidade. Algumas situações, como a falta de um dedo, por exemplo, não dão direito ao benefício, já que não incapacita o deficiente de trabalhar.
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