IBGE pesquisa orçamentos de 13 famílias em Franca


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VISITA - Os funcionários do IBGE, Priscila Bueno Alves e Eurico Campos, preparam equipamento para conferir a altura da auxiliar de amostra Dalva Ronca Passagem
VISITA - Os funcionários do IBGE, Priscila Bueno Alves e Eurico Campos, preparam equipamento para conferir a altura da auxiliar de amostra Dalva Ronca Passagem
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) esteve segunda-feira na casa da auxiliar de amostra Dalva Ronca Passagem, 43, no Jardim Pinheiros II em Franca. A visita que terá seqüência nos próximos nove dias servirá para colher informações de hábitos de consumo e renda da população que servirão para que o governo planeje gastos e investimentos, principalmente na área de saúde. A Pesquisa de Orçamento Familiar acontece em todo o País e visitará 65 mil domicílios. Em Franca, o levantamento será com 13 famílias, todas da região norte da cidade e durará três meses. A partir de agosto, a pesquisa acontecerá em Cristais Paulista e na zona rural de Ribeirão Corrente. Priscila Bueno Alves, agente de pesquisa do órgão, é quem fará as visitas e aplicará os questionários. Serão sete no total, que terão como objetivo conhecer a fundo os hábitos de consumo e o orçamento doméstico das famílias. Num deles, o morador falará o que pensa sobre a própria casa e até se o vizinho é barulhento. A família também fará uma espécie de diário da alimentação com dados sobre o que come, o horário, a quantidade e a marca dos produtos. Outra curiosidade é que durante uma das visitas, os moradores da casa também serão pesados e medidos. “O governo quer saber se as pessoas são sedentárias e se estão obesas ou desnutridas, por isso a necessidade da medição”, explicou Priscila. Na primeira visita à casa de Dalva, a agente de pesquisa descobriu o perfil da família, o grau de ensino, a cor da pele, se possui conta bancária, cartão de crédito, qual a religião, se tem plano de saúde e a freqüência com que faz compras no supermercado. Sentada no sofá da sala, Dalva respondia a todas as perguntas atentamente. O marido e a filha da entrevistada não estavam em casa. “Me sinto privilegiada em receber a visita do IBGE, espero que as informações da minha casa sejam importantes e ajudem a melhorar a educação e a saúde dos brasileiros”, disse a moradora que é católica, tem ensino superior incompleto, mora em casa própria, possui cartão de crédito e plano de saúde. Com uma média de duas famílias agendadas por semana, a pesquisadora estará em Franca a cada 15 dias. Em cada visita, ela espera gastar cerca de 20 minutos. Para evitar possíveis dúvidas, antes de iniciar o levantamento Priscila se apresenta e explica sobre a pesquisa. “É bom as pessoas ficarem atentas para o uso do crachá e o credenciamento do pesquisador. No meu caso, estou com um carro do IBGE, o que ajuda na identificação”. A escolha das famílias na cidade foi feita por meio de amostragens. A lista emitida por computador veio do escritório do órgão no Rio de Janeiro direto para Franca.

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