Parabéns aos promotores pela iniciativa de chamar a população para discutir assunto de extrema relevância. Mas fica uma pergunta: quem, da comunidade, ele pretende chamar para discutir o plano? O que será que ele pretende falar sobre os instrumentos já existentes para a proteção do meio ambiente que foram colocados de lado nas aprovações de doações de áreas para construção do CDP, por exemplo, até hoje embaraçado nos imbróglios das legislações do setor? O que ele pretende fazer com a bacia do Pouso Alto, que foi mudada de perímetro por uma lei ordinária aprovada pelos vereadores?
E como ficará a fazenda municipal com a nova proposta de Plano Diretor, além de outros instrumentos como o Estatuto das Cidades? Pelo que entendo, quem deveria provocar tal discussão deveria ser o Executivo Municipal, mesmo que não reconheça o Plano Diretor nem se ele estivesse inserido na Escrituras Sagradas. Pensando melhor, Plano Diretor não é necessário, desde que o prefeito tenha uma Câmara tão subserviente como a atual. E me lembro ainda do Doutor Joaquim (Pereira Ribeiro, presidente do Legislativo), que disse em seu discurso de posse que: “Concordância sem opinião não é independência e sim subserviência”. É! Ele tem que rever seus conceitos...
Ademir da Rosa
Franca - SP
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Parabéns aos promotores de Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo, que atuam de forma independente e séria. Talvez fosse de bom grado prolongar essa discussão e estimular a que o novo Plano fosse votado apenas no ano que vem, a partir da renovação da Câmara de Vereadores que certamente virá nas próximas eleições. Do jeito que está hoje, não pode haver votação correta.
Márcio Antônio Goulart
Franca - SP
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