Parece que já vimos esse filme antes, não é mesmo? No final, entre depoimentos, advogados e versões, acabaremos por concluir que o culpado de tudo é o rapaz que foi morto. Quem mandou se mostrar ao suposto assassino indecentemente vivo? O outro não agüentou e ‘por impulso’ sapecou-lhe quatro balaços. “Eita” impulso forte, sô...
Roberto
Franca - SP
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É uma vergonha uma pessoa matar outra e ainda ter o direito de responder em liberdade... É por isso que nosso País não anda para a frente!
Marcelo
Franca - SP
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