O vereador Marcelo Mambrini (PMN) ficou bastante irritado, ontem, ao ter um projeto de lei de sua autoria adiado por cinco sessões. O problema, segundo ele, foi a forma como ocorreu a prorrogação. A matéria era a última da pauta de votações e previa a proibição de vendedores de produtos como lingerie, perfumes e bijuterias no prédio da Câmara. Enquanto Mambrini foi ao banheiro, Gilson Pelizaro (PT) pediu e conseguiu - em poucos segundos - adiar o projeto.
Para ele, a atitude do petista, apesar de regimental, foi inadequada. “Eu estou lá no sanitário, não vou declarar o que estava fazendo, mas foi, no mínimo, deselegante. Não tinha necessidade disso. Era um projeto moralizador. Agora vou esperar, né? Paciência”, disse, irritado.
Pelizaro disse que o projeto é “desnecessário” e dá a impressão de que a Câmara está perseguindo as pessoas. “Cumprir o regimento não é nada deselegante. Pedi o adiamento e foi aprovado sem ser contestado. Precisamos discutir melhor, porque ainda não entendi a proposta do vereador. Acho isso uma picuinha que só cria constrangimento”, afirmou.
OFICIAIS
Um grupo de dez oficiais da Polícia Militar esteve ontem, na Câmara, para prestar contas do trabalho da corporação na cidade durante o último ano. De acordo com o comandante de Policiamento do Interior da macrorregião de Ribeirão Preto, coronel Pedro Batista Lamoso, “os índices de violência decresceram”. Lamoso reafirmou, ainda, que o serviço 190 da PM não sai de Franca, como foi ventilado, e anunciou para breve a digitalização do sistema de radiocomunicação na cidade.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.