Cinco mortes de 2007 seguem sem solução


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Em dia com os crimes ocorridos na cidade em 2008, a equipe de Homicídios da DIG, agora, concentrará suas atenções para tentar esclarecer e prender os autores das mortes ocorridas anteriormente e que ainda estão sem solução. Em 2007, foram registrados 14 homicídios em Franca. Cinco permanecem em aberto. Segundo o delegado Márcio Murari, quatro dos casos estão bem encaminhados e já existem pistas dos autores. Os investigadores buscam a prova definitiva para mandá-los para a cadeia. Um exemplo é o assassinato que vitimou o segurança da Igreja São Judas, Rosinaldo Pereira Pantoja, 33, o “Indião”. Ele levou seis tiros à queima-roupa no dia 10 de fevereiro. A polícia tem informações de que ele morreu devido a um suposto acerto de contas por integrantes de uma quadrilha especializada em roubo a banco, da qual faria parte. Como é possível uma pessoa ser morta a tiros na porta de casa e ninguém ver? Ninguém ouvir? Foi o que aconteceu com o comerciante Tarcísio Rosa Pires, 50. Na noite de 6 de setembro, ele regava o jardim de sua residência, no Jardim Petráglia, quando levou um tiro no abdômen. “Este caso é o único que está intrigando toda a nossa equipe. Fizemos várias diligências, mas não encontramos nenhuma pista. Neste caso específico, a apuração tem dado muito trabalho. Na próxima semana, vou colocar dois investigadores para fazer novas varreduras na tentativa de elucidar o crime”, finalizou Márcio Murari.

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