Em entrevista exclusiva, Roberto Lima disse que, ao chegar em Franca, a Vivo rompeu um obstáculo imposto pela privatização das teles, dez anos atrás. Recusando-se a falar dos números que compõem a empresa, Lima disse que as estratégias futuras serão idealizadas para colocar a Vivo entre as cinco principais operadoras de telefonia móvel no mundo. A seguir, alguns trechos da entrevista.
Comércio da Franca - Para a empresa, o que significa entrar no último pedaço do Estado onde a Vivo ainda não operava?
Roberto Lima - Com a chegada em Franca, fechamos nossa cobertura em área paulista. A população de Franca, como a da região, terá à disposição tudo o que há de mais moderno em telefonia móvel, uma loja que é única no Brasil, com total acessibilidade, e um serviço diferenciado pela qualidade de atendimento.
Comércio - Quais os investimentos feitos pela empresa para se instalar aqui?
Lima - Por questões internas, não posso falar de números, investimentos ou projeções.
Comércio - Atualmente é quase impossível acompanhar as novidades que o mercado oferece. Qual o futuro da telefonia celular?
Lima - Não se trata de futuro, mas do que está acontecendo agora, quase que sem percebermos. A convergência nos leva para novas tecnologias, com aparelhos que reúnem novos serviços, o que torna o celular um verdadeiro canivete suíço eletrônico. Isso está sendo possível graças a uma rede de indústria de base que cresce no mundo todo, à miniaturização de componentes cada vez mais complexos, entre outros fatores.
Comércio - Empresas regionais, como a CTBC, continuarão tendo espaço no mercado?
Lima - Eu prefiro não comentar, porque tenho uma admiração pela CTBC. Ela presta um bom trabalho nas áreas em que atua.
Comércio - Mirando a concorrência, qual a próxima iniciativa de impacto da Vivo?
Lima - Em parceria com a Apple, traremos o IPhone, mas não posso revelar quando isso ocorrerá.
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