Uma semana depois de se desentenderem publicamente, Graciela Ambrósio (PP) e Joaquim Pereira Ribeiro (PSB) terão novo embate na Câmara. O motivo é um projeto de lei da vereadora que institui o voto obrigatório para o presidente do Legislativo em todas as matérias. Atualmente, isso só acontece em casos de desempate ou em votações que exijam dois terços de aprovação para passar pelo plenário. Joaquim é contrário à iniciativa.
A briga entre os dois, na terça-feira passada, foi ocasionada por outro projeto de Graciela, que previa a criação da TV Câmara. Durante seu discurso, Joaquim a chamou de “papagaio de pirata”. Ela, que também é delegada de polícia, revidou e disse que “sabia puxar arma”. O clima pesou. A discussão será retomada hoje.
No restante da pauta, há outros três projetos de Graciela, um que prevê a divulgação, via internet, de todos os contratos em andamento da Câmara, outro que determina a adaptação do site do Legislativo para o acesso de deficientes visuais e outro que permite que vereadores apresentem projetos em regime de urgência, prerrogativa hoje apenas do prefeito Sidnei Rocha (PSDB).
Outra matéria pautada é de autoria de Rocha e pede autorização de uma área da Fazenda Municipal Pouso Alegre para o Estado para que este construa no local o NAI (Núcleo de Atendimento Integrado). O órgão tem por finalidade receber adolescentes que cometam atos infracionais de menor potencial ofensivo.
Fecha a pauta um projeto de Marcelo Caleiro (PMDB) que propõe uma homenagem para comemorar o Dia da Imigração Japonesa.
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