Uma noite boladona


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Por favor, povo da província francana... E daí que a Tati Quebra-Barraco esteve aqui? O que tem de mais? Cada um tem o livre arbítrio de ir e vir... Quem gosta de Zezé Di Camargo vai ao show dele e ninguém deve falar nada... Quem gosta de festa “trance” vai sem problema também... Quem curte passeata gay deve se divertir sem constrangimentos... Quem gosta de funk, também. E assim por diante. Viva a diversidade! O que é diferente de sapato e sertanejo não tem lugar aqui. É por isso que Franca é tão atrasada! Renato Castro Franca - SP ***** Achei falta de profissionalismo do repórter que assinou e publicou artigo no Comércio, sobre Tati Quebra-Barraco (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=29029). Penso que ele, por falar diretamente às pessoas, deveria ter mais ética e mais respeito com gostos e opiniões. Eu, particularmente, não gosto do som dela, mas respeito plenamente. Cada um tem seu tipo de arte e ninguém tem nada a ver com a quantidade de calças que ela tem... Ele estava presente para fazer seu trabalho e não para ficar criticando a cantora e muito menos o público que lá estava... Acredito que respeito é palavra que falta no dicionário do repórter Paulo Godoy. Ele deveria se focar no profissionalismo ao invés de criticar estilos e culturas de que não gosta, tecendo comentários como “Ai meu Deus, não acredito que estou aqui...” Gabriela Behamduni Franca - SP

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