Marketing de relacionamento


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Esta semana vimos pouco o chefe. Esteve ele enterrado em centenas de decisões sobre a segunda coisa de que mais gosta, depois da indústria de informação que conduz com mão-de-ferro e dedicação genética: promover shows populares. Vou falar sério. Não há, a rigor, nada mais imprevisível do que promover eventos do tipo. Imaginem criar alternativas para praticamente tudo e, no dia do evento, cair um baita aguaceiro. Aconteceu dia destes em um dos “Difusora Show”, eventos que têm sido realizados nas cidades da região de Franca sob o comando dos comunicadores sertanejos da Difusora AM 1030, o Romero e o Élcio Fernandes. Era a segunda de quatro ocasiões armadas para a cidade de Ibiraci (MG). O jeito foi prorrogar. É preciso ter coração forte. E credibilidade, senão a população acha que não dá para confiar. Cá no Grupo Corrêa Neves de Comunicação há foco no jornalismo. Nada pode tirar a turma do compromisso de fazer um jornal diário competente e 24 horas de rádio da melhor qualidade, mantendo fixo o olhar no norte da preferência tão duramente conquistada. Poderiam perguntar então, por que fazer shows, se este não é o negócio principal da casa. Questão de marketing de relacionamento: o grupo quer estar sempre muito próximo de seus leitores e ouvintes. E de seus parceiros. E das pessoas a quem dedicamos diuturnamente o nosso trabalho. Promoções artísticas confiáveis e feitas com rigor absoluto garantem consolidação da marca e atestam a seriedade com que a empresa empreende o que faz. Os times do Comércio e da Difusora não deixam a peteca cair. Afinal, não há radialistas e jornalistas insípidos ou inodoros. Até por obrigação profissional, dedicam-se a saber tudo sobre tudo. Shows são gosto universal. Na redação integrada do Grupo Corrêa Neves de Comunicação há fãs de todos os gêneros, do sertanejo ao pagode, do rock ao axé e do funk ao clássico. E todos defendem suas preferências com o mesmo tesão. Os níveis de adrenalina vivem raspando a parte baixa das nuvens: além de manter o Comércio como veículo regional hegemônico (recente e seriíssima pesquisa de mercado cravou 93% de share – a marca mais lembrada dentre meios de comunicação impressa no nordeste paulista –, o pessoal encontra tempo (e até fabrica, se for o caso) para ajudar na produção de “presentes” à comunidade regional: Zeca Pagodinho, Kid Abelha (a Paulinha Toller, aliás, a cada aniversário que completa fica melhor... também musicalmente), Ivete Sangalo (Uau!), Skank; sem contar parcerias, onde os disputados blocos “Se Liga”, do Comércio garantiram mordomias para ver J. Quest e Cheiro de Amor. A gente gosta do que é difícil e acha que vale a pena. Este grupo continua, religiosamente, dedicado a seu negócio de informação, mas não teríamos nada não fossem nossos leitores, ouvintes de rádio, internautas, parceiros comerciais, fornecedores, prestadores de serviços que vivem intensa relação de proximidade conosco. Postar-se próximos a esses que garantem a hegemonia do que fazemos é essencial. Não há nada que se equipare à alegria e ao sorriso dos nossos consumidores. A população de Restinga (SP) beira, hoje, 7 mil habitantes. É um local tranqüilo, onde todos se conhecem e muito próximo de Franca. Ontem, o show de Bruno & Marrone levou para lá quase uma nova Restinga e meia: mais de 10 mil francanos, belavistenses, orlandinos, joaquinenses, igarapavenses, guaraenses, patrocinenses e representantes de quase todas as cidades da região se aglomeraram no Parque do Peão local, para assistir aos cantores. A ESTRUTURA Bem poucas vezes a pequena cidade viu estrutura de show igual. Dois sistemas de camarotes, com mordomias garantidas – nasce a constatação de que muitos preferem gastar um pouco mais e se colocarem em locais privilegiados, com serviços open-bar – atraíram quase 2,5 mil pessoas. Foram camarotes empresariais e vips. A organização colocou mais de 50 garrafas de excelente uísque à disposição dos freqüentadores, além de exclusivo serviço de buffet completou a festa. Os que foram aos camarotes também tiveram acesso exclusivo, passagem livre à área defronte ao palco e estacionamento privativo. SERVIÇOS Os números contabilizados foram grandiosos: dezenas de sanitários químicos e 1.000 rolos de papel higiênico, 2 ambulâncias, quase 150 integrantes para segurança, fiscalização e manutenção da ordem, carretas de refrigerantes, cerveja e água. O SHOW É impressionante: a música sertaneja está mais viva que nunca. Letras, todas, na ponta da língua e coral de milhares de vozes. Delírio aos menores sinais emitidos por Luiz Cláudio & Giuliano, dupla que fez a abertura do show e banda. “Delirium tremens” a partir do momento em que Bruno & Marrone subiram ao palco. Sucesso. Luiz Neto é jornalista, radialista e mestre cerimonialista, é editor de Opinião e gestor de Relações Corporativas do Comércio da Franca

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