Familiares procuram pelo ‘pagador de promessas’


| Tempo de leitura: 1 min
Arley Gibbon passou por Franca em 2007. Família não o vê há anos e conseguiu ter notícias por meio do jornal: agora quer reencontrá-lo
Arley Gibbon passou por Franca em 2007. Família não o vê há anos e conseguiu ter notícias por meio do jornal: agora quer reencontrá-lo
Maila Nalu Gibbon mora em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, e há muitos anos não tem notícias de seu filho, Arley Gibbon, hoje com 37 anos. A família tinha dúvidas se ele ainda estaria vivo. Ontem, Maila teve suas esperanças renovadas ao encontrar, depois de anos, uma informação de Arley. O ex-caminhoneiro esteve em Franca em novembro do ano passado e teve a sua história contada em uma reportagem do Comércio. A irmã de Gibbon, Maila Cristina, leu a matéria sobre sua passagem pela cidade pela internet, no site do jornal, o que os motivou a continuar a busca. “É uma alegria muito grande e, ao mesmo tempo, uma agonia porque queremos encontrá-lo. Ele está precisando de ajuda. O pouco que tenho vai servir para ajudar meu filho”, disse Maila. Arley Gibbon chegou aqui em 20 de novembro de 2007, ficou alguns dias no Terminal Rodoviário para descansar, e seguiu rumo a Aparecida (SP), para cumprir uma promessa. O ex-caminhoneiro passou cerca de 15 anos em uma cama, após um acidente de caminhão. Recuperado, viajou mais de 4 mil quilômetros em uma cadeira de rodas, desde Manaus (AM), onde mora, para chegar a seu destino. “Falei para Deus que se ele me permitisse sentar numa cadeira de rodas, eu rodaria 2 mil quilômetros para ir até Aparecida, para agradecer”, disse na época à repórter Nelise Luques. Ainda não foram obtidas novas informações sobre onde está Arley. “Peço a Deus diariamente para revê-lo. Estou agoniada, e preciso saber dele. Gostaria que ele me ouvisse agora”, desabafou a mãe. Quem tiver informações sobre o paradeiro do ex-caminhoneiro pode entrar em contato com a Rádio Difusora, no telefone 3713-8899, falar com Alex Henrique.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários