Substitutos levam Prefeitura à Justiça


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Os professores substitutos levaram a pendência com a Prefeitura - em relação à extinção do concurso público que prestaram em 2001 - à Justiça do Trabalho. O imbróglio se arrasta desde o ano passado, quando a administração anunciou que não renovaria mais o vínculo com eles, por recomendação do TCE (Tribunal de Contas do Estado). Indignados, os substitutos entraram, em março passado, com um pedido de reintegração judicial de seus cargos. A primeira audiência aconteceu ontem. A juíza Andréa Gomide ainda não decidiu o caso e deverá dar uma sentença somente na próxima semana. Os 70 professores remanescentes do concurso não têm muito tempo. Eles trabalham, hoje, sustentados por um decreto do prefeito Sidnei Rocha (PSDB) e só estão garantidos até a contratação de novos substitutos, o que acontecerá em breve, já que há um concurso em trâmite, cujas provas serão realizadas no dia 27. Eles dizem estar “sem tranqüilidade e sem segurança” para lecionar. O secretário municipal de Administração, Jerônimo Sérgio Pinto, disse que o fato dos professores procurarem a Justiça não é motivo de preocupação para a Prefeitura. “É um direito que cabe a eles e nós respeitamos. Se a Justiça acatar o pedido deles, ficaremos tranqüilos em mantê-los, pois, neste caso, não haverá o que o Tribunal de Contas contestar”, disse.

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