Joaquim continua sem obrigação de votar


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Não foi desta vez que a obrigatoriedade de voto do presidente da Câmara, Joaquim Ribeiro (PSB), foi instituída. O projeto, de Graciela Ambrósio (PP) - um dos oito que ela apresentou para a sessão de ontem - acabou adiado por duas sessões. A principal dúvida foi em relação a situações de empate, quando, hoje, Ribeiro dá o chamado voto de minerva. Não haveria, em tese, quem decidisse a situação. “Basta que o presidente vote novamente. Será o voto decisivo da mesma forma”, disse Graciela. Ribeiro rebateu e disse que esta seria uma solução inaceitável. “A única ponderação que faço é em um caso de empate. Como fica? Fica uma coisa esdrúxula, como foi colocado aqui, o presidente votar de novo. Acho que não é correto”, disse. No mais, Zezinho Cabeleireiro (PTB) retirou seu projeto que regulamentava o uso de calçadas, principalmente por bares. Joaquim Ribeiro adiou a matéria sobre a utilização de embalagens biodegradáveis e Marcelo Mambrini (PMN) adiou por uma sessão a criação de uma campanha educativa contra a dengue.

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