ONGs sugerem trabalho social


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A lei estadual que proíbe o sacrifício de animais atende a uma antiga reivindicação das entidades que lidam com eles. Para o Conselho de Proteção dos Animais e ONGs Cão que Mia e Turma do Abrigo, o controle das populações canina e felina precisa ser feito, já que os bichos soltos pelas ruas estão sujeitos a ataques a ficar doentes ou a provocar/sofrer acidentes, mas a eutanásia não é a maneira a ser seguida. Uma das alternativas para resolver a questão seria a conscientização. Para as entidades, um dos primeiros passos seria a implantação da disciplina nas escolas de posse responsável e não abandono de animais. “Precisamos ensinar, começando pelas crianças, que a vida dos animais tem de ser respeitada, além de mostrar como não deixar que tenham crias indesejadas, como escolher a raça certa, lembrar que vivem cerca de 15 anos e que têm despesas com alimentação, saúde e higiene”, disse Vera Neves, presidente do Conselho de Proteção dos Animais. Para a veterinária Karina Silva, da ONG Turma do Abrigo, o trabalho deve ser conjunto e envolver a comunidade, universidades, veterinários e Prefeitura. “Deve haver uma mobilização para o trabalho social”. A Turma do Abrigo mantém uma clínica de esterilização no Jardim Francano e cobra preços mais acessíveis para castrar ou esterilizar cães e gatos. Os valores variam de R$ 40 a R$ 90, dependendo da espécie e peso do animal. São atendidos até 300 animais de Franca e região por mês. O telefone é 9125-9204.

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