Deputado: castração e banco de dados


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Para o deputado estadual Feliciano Filho (PV), a captura de cachorros e gatos nas ruas deve ser eliminada e substituída por mutirões de castração e formação de um banco de identificação dos animais. Confira algumas idéias do parlamentar Comércio da Franca - A aprovação da lei gerou preocupação em Franca. O que o senhor acha disso? Feliciano Filho - A prática de captura e extermínio dos animais de rua já se mostrou que é ineficaz. As Prefeituras gastam três vezes mais para fazer a eutanásia. A cidade de São Paulo gasta com captura, manutenção, extermínio e cuidados com os cadáveres R$ 130 por animal e para castrar não gastaria nem R$ 30. Comércio - Quais as alternativas para controlar animais errantes? Feliciano - É preciso fazer a castração por saturação, ou seja, castrar no mínimo 80% dos bichos do bairro para não ter procriação. Juntamente a esse trabalho, seria feita a identificação dos animais. 70% dos animais nas ruas estão perdidos e 30% abandonados e, com a identificação, é possível localizar o proprietário. Em Campinas, fazemos esse trabalho e temos tido resultados. Comércio - O senhor tem proposta para campanhas de castração? Feliciano - Dentro do próprio projeto, tem um artigo que autoriza o governo a firmar convênios com os municípios para instituir a conscientização e castração. Já teremos um projeto piloto em quatro municípios até o fim de 2008. Ainda analisamos os municípios para saber quais são os mais estruturados. O Estado entraria com 50% dos recursos e a prefeitura com a outra metade.

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