“Nível baixíssimo”


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Incrível! Meu filho estudou em duas escolas em Franca durante um ano e meio, e o nível era baixíssimo. Fico imaginando o nível em Ribeirão Preto (leia matéria em http://www.comerciodafranca.com.br /materia.php?id=28687). A educação no Brasil começou sua derrocada em meados dos anos sessenta, atendendo a interesses que todo mundo conhece (ou deveria). Aí, outra série de interesses, ajudados por circunstâncias de passividade de uma sociedade já bastante desinformada, permitiu uma antropofágica privatização da educação e o conseqüente enriquecimento de muito “empresário”, sem vocação ou competência com o produto escola, inclusive, no caso de cursos e graus básicos, considerados estratégicos. Infelizmente tem muito chão pela frente até alcançar níveis ao menos dignos. É investimento prioritário e básico, antes mesmo da fome ou da saúde, consequências do saneamento da primeira. Aliás, acho uma grande idéia para programa de governo, trocar planos como Fome Zero, por algo do tipo Educação 100 (o Brasil se comunica através de slogans e campanhas publicitárias. Acho que o mercado é parte da sociedade e não a estrutura básica da mesma). Um povo educado e culto pensa e costuma ser consciente e reivindicativo. Consequência primeira: busca da pluralidade de opinião, de alternativa de pensamento. Estou convencido que, de uma tacada só, cumprir-se-ia o plano educacional e o Fome Zero. E outros tantos. Carlos Marti Hernandez Pelo site do Comércio

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