Profissionalização e cortes de despesas são a meta


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A crise pela qual a Amazonas passa estourou em 2 de maio do ano passado, quando o grupo demitiu 168 funcionários. Em março, a empresa especializada em borracha já havia anunciado cortes em despesas, inclusive de planos de saúde dos aposentados. De lá para cá, foram cerca de 450 demissões. A alegação foi a de se adequar ao mercado calçadista, que passava por um momento de retração. Em agosto, o ex-governador do Rio Grande do Sul, o executivo Antônio Britto, assumiu a presidência do Conselho Administrativo, que engloba ainda consultores da empresa Valora e três membros da família Pucci. O objetivo era tornar a empresa até então familiar em um grupo profissional. No final do ano, dois novos reforços. O executivo Miguel Nunes assumiu o cargo de diretor-presidente e Jorge Schimitd, que trabalhou no Grupo Ipiranga, a diretoria financeira. O resultado da mudança, de acordo com Saulo Pucci, é um maior controle do grupo, além da profissionalização que era pretendida. Parte dessa profissionalização se deu com a centralização das empresas na sede do grupo. “Hoje você tem um controle absoluto do grupo, de todos os números e existe uma seriedade profissional imensa”.

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