Se é consenso que o Enem serve para avaliar as escolas, também é verdade que o exame enfrenta uma saraivada de críticas pela forma como apura o conhecimento do aluno. Como mecanismo capaz de medir a qualidade do ensino médio brasileiro, o exame pode até ser aceito. Isolado, sua eficácia é discutível.
Por não ser obrigatório, acaba sendo uma “tarefa a mais” na vida de milhares de alunos desmotivados e sem expectativas, orientados por professores idem. Com isso, escolas que não conseguiram aos menos 10 alunos de terceiro ano dispostos a fazer o Enem ficaram sem conceituação. Além disso, mesmo que todos os alunos fizessem a prova, que em 2007 foi ligeiramente mais fácil que no ano anterior, ainda seria preciso ressalvar que poderiam ir mal e jogar a média da escola para baixo.
Prova disso está nas duas unidades do Coc de Ribeirão. Enquanto a unidade Lafaiete ficou com 71,71 pontos (2º lugar), a da Rua Tibiriçá amargou a 14ª colocação (61,61).
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