A suspensão por 90 dias não é a preocupação principal de Adriana Telini. Ela deve estar ocupada em tentar se esconder em local seguro. Desde o dia 29 de fevereiro, data em que foi expedida a prisão preventiva, faz uma espécie de jogo de gato e rato com a polícia.
A Polícia Civil informou que concluiu o inquérito com o indiciamento de Adriana Telini pelo crime de tentativa de latrocínio e que encaminhou dois pedidos de prisão preventiva à Justiça. Os acusados fugiram antes da solicitação ser apreciada.
Tão logo o mandado foi expedido, a equipe da DIG seguiu para Carmo do Rio Claro (MG), onde Telini estava escondida com o noivo. “Fomos até o local, mas eles haviam saído poucas horas antes. Por duas oportunidades, estivemos em cidades de Minas Gerais onde ela, realmente esteve”, contou o delegado Wanir José da Silveira Júnior.
A polícia já visitou endereços na região de Franca e no interior do Estado em busca de pistas. “O trabalho requer paciência. Ela não vai conseguir se esconder por muito tempo”. A polícia também procura por Luciano dos Santos Gonçalves e Robson de Souza Rocha, o “Robinho”. Marcelo Esteffen Russo, o “Sassá”, foi preso em Campinas.
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