Paciente alega ter sido molestado por médico


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O repositor RSF, 19, acusou ontem o médico RL, 33, de tentar dopá-lo para fazer sexo oral com ele em pleno NGA 16, no meio da tarde. O doutor nega. Depois da confusão, todos foram parar na polícia e um boletim de ocorrência de importunação ofensiva foi registrado. O imbróglio começou quando RSF, morador no Parque Vicente Leporace, levou, junto da mulher, o filho de dois anos para ser atendido no NGA-16 com problema de adenóide - a conhecida carne esponjosa no nariz. A consulta estava marcada com o médico RL. Segundo o repositor, eles entraram na sala para que a criança fosse examinada. Após constatar o problema do menino, RL teria mandado o pai se deitar na maca, para que ele também fosse avaliado. “Ele disse que o problema do meu filho era hereditário e mandou eu deitar. Minha mulher viu quando ele passou as mãos nas minhas pernas. Depois o médico pediu para ir em outra sala. Ele deu um algodão com produto para eu cheirar. Fiquei meio tonto e vi quando ele abriu minha calça querendo colocar a boca no meu pênis”, disse o rapaz. Ainda segundo RSF, diante da situação, ele protestou e pediu para que a sala fosse aberta. Paciente e médico começaram a discutir. A polícia foi chamada e ambos levados à delegacia. O médico não quis gravar entrevistas. Limitou-se a dizer que a história toda era invenção do rapaz. Em seu depoimento à polícia, negou o assédio e disse que a confusão foi ocasionada porque o casal estava descontente com o atendimento.

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