‘Dez (vítimas) caem. Dez não caem’


| Tempo de leitura: 1 min
A reportagem do Comércio e Difusora se passou por ganhadora do prêmio e conversou com um dos golpistas. Após o repórter se identificar, Anderson Francisco da Silva, o golpista, resolveu falar. Confira os principais trechos: Comércio - De onde você fala? Anderson - Eu falo do Instituto Penal Paulo Sarasate, o IPPS, no Estado do Ceará. Deu pra sacar, agora? Aqui é o maior presídio do Estado. Comércio - Por que você foi preso? Anderson - Latrocínio, seguido de morte. Fui julgado a 20 anos, pra puxar 14 e já cumpri 8 de “mocotó”, parceiro. Comércio - Como vocês fazem as ligações? Anderson - Isso (o golpe) foi criado por 3 pessoas, mas não tem muita explicação, não. Dá pra saber que é uma verificação que não serve pra você, entendeu? Comércio - Vocês têm um grande retorno de ligações? Anderson - Não posso informar porque senão você vai acabar com a gente aí na sua cidade. Mas não há não. Já faz uns o#to anos que isso existe. Dez (vítimas) caem, dez não caem. Depende. Comércio - Como é que entra celular aí no presídio? Anderson - A polícia que coloca, vagabundo, os agentes penitenciários também. Comércio - Vocês pagam para os aparelhos entrarem? Anderson - Pago parceiro, é um acordo com a polícia. Comércio - Para que querem números de cartões? Anderson - Pra falar com a família, que necessita muito. Tem um cara achando ruim que estou falando isso com o senhor. Vou desligar. A casa caiu.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários