O atacante Nei Bala preferiu não detalhar como deve jogar na Francana. Ele não quis nem assumir a titularidade, apesar de ter treinado com o time principal na manhã de terça-feira, no Leporace, e ontem, no coletivo realizado no Estádio Lanchão. Mesmo assim assumiu que tirou uma tensão das costas com a sua liberação após 20 dias. O próprio jogador chegou a entrar em contato com um conhecido na China, onde havia assinado contrato antes da Francana, na tentativa de agilizar sua transferência. "Já estava tenso esperando essa papelada. Jogador quer estar em campo. O que eu tenho para falar é que quero fazer o meu melhor agora", disse.
O período em que aguardou para receber sua liberação serviu para aprimorar o condicionamento físico. "Estou melhor agora do que há dois jogos. Não estou 100%, mas estou bem para jogar 45 ou 90 minutos, a depender do que o treinador decidir", declarou.
Ele confirmou que à Francana o que falta é marcar mais gols com maior tranqüilidade. "Dentro de campo a oportunidade tem de surgir para o atacante fazer gol. Falta ter uma conclusão melhor e uma conversa maior entre os atletas do meio-de-campo e do ataque", revelou.
Mas se depender de amizade e conversa, isso não faltará. O jogador disse alimentar uma admiração pelo futebol de Fabrício, com quem jogou anteriormente em Ribeirão Preto. "Sou fã do Fabrício. Do Elivélton, a gente não tem nem o que falar", disse. Ele também atuou com Lico e Gilmar Baiano, quando este esteve no início de carreira no Marília.
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