‘Conheço ele (o suposto assassino) desde pequenininho’


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A dona de casa Aparecida José Messias Apolinário estava angustiada com o desaparecimento do filho. Além do sumiço, tinha que conviver com os boatos de que ele estava morto. Na tarde de segunda-feira, acompanhou as buscas feitas pela Polícia na cachoeira do Paulistano e falou com a reportagem. Ainda alimentava esperanças de encontrá-lo vivo e contou que o assassino era de dentro da sua casa. Comércio da Franca - Qual foi a última vez que viu seu filho? Aparecida Apolinário -Faz um mês. Ele saiu de casa para dar uma volta e disse que voltaria logo. Falou para eu ficar com Deus e subiu. Depois, não tive mais notícias. Demos parte do desaparecimento na Polícia e algumas pessoas disseram que ele estaria morto. Não sei o que aconteceu. Comércio - Ainda tem esperança de encontrá-lo com vida? Aparecida Apolinário -Tem horas que penso que está vivo, tem horas que penso que está morto. Para o coração de uma mãe, é difícil. Estou sofrendo muito por causa dele. Estou cansada de andar. Fui em todos os lugares e não achei nada. É de cortar o coração. A gente fica apavorada e chora muito. Comércio - O menor que afirmou ter cometido o assassinato esteve na sua casa após o desaparecimento do seu filho... Aparecida Apolinário -Ele foi lá em casa, pegou na minha mão e falou: “A senhora acha que eu vou fazer isto com o filho da senhora?”. Agora, fala que matou o menino. Comércio - Conhece ele há muito tempo? Aparecida Apolinário -Conheço ele desde pequenininho, desde que nasceu. Se foi ele que fez esta covardia, igual ele está falando, foi uma maldade muito grande.

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