Proprietários de casas noturnas e promotores de eventos da cidade vão protestar, hoje, durante a sessão da Câmara Municipal, contra a fiscalização que a Prefeitura tem realizado nas casas de shows da cidade. Além da falta de orientação e prazos, a reclamação é que eles estariam sendo tratados “feito bandidos”. Pelo menos 20 pessoas - que nomearão um representante para usar a tribuna - já confirmaram presença.
Na pauta do dia, chama a atenção o pedido de autorização do prefeito Sidnei Rocha (PSDB) à Câmara para alterar o orçamento do município e remanejar R$ 1,2 milhão. O dinheiro deverá ser utilizado na desapropriação de imóveis para ampliar as instalações da Faculdade de Direito de Franca. Está prevista, ainda, a injeção de recursos para a modernização da instituição.
Entre os projetos dos vereadores, um curioso, apelidado de “pombo-correio”: Luiz Carlos Fernandes (PSDB) quer que as empresas responsáveis pelos serviços de água e energia elétrica do município, respectivamente, Sabesp e CPFL, enviem, junto com as cobranças mensais de tarifa, “mensagens de utilidade pública” da Prefeitura.
Por fim, dois projetos virtuais de Gilson Pelizaro, sobre parcelamento, uso e ocupação do solo, que seriam incorporados ao Plano Diretor da cidade. A intenção do petista, segundo ele próprio, não é que as matérias sejam aprovadas - já adiantou que pedirá adiamento -, mas suscitar discussão na Câmara em prol da renovação da legislação, que é de 1972.
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