Greve de auditores segue indefinida


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A paralisação dos 16 auditores fiscais da Receita Federal e outros 11 servidores do Ministério do Trabalho e Emprego de Franca segue a semana sem definição. Eles reivindicam reajuste salarial e garantem que ainda não há previsão para o fim da greve. Na Receita, a greve que começou no dia 19 tornou suspensos os serviços de plantões, atendimento pessoal de malha fiscal e processos de restituição, ressarcimento e compensação. Os profissionais pedem 42% de aumento e a realização de concursos públicos. No Ministério do Trabalho, os servidores reivindicam salário de R$ 18 mil. O órgão não atende desde a segunda-feira retrasada serviços de fiscalização de Fundo de Garantia, recepção de queixas, orientação ao público, homologações das rescisões e fiscalização indireta. Na última quinta-feira, o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Duvanier Paiva Ferreira, se reuniu com o Conselho Nacional de Representantes Estaduais (CNRE) e afirmou que a proposta de reajuste salarial dos analistas tributários foi apresentada ao ministro Paulo Bernardo e ao presidente Lula. A categoria vai aguardar definição para uma nova reunião.

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