PMN decide investigar Marcelo Mambrini


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O PMN abriu procedimento interno para analisar as acusações contra Marcelo Mambrini, filiado ao partido. A solicitação foi feita por um grupo de membros, no início de março, após as denúncias de que o vereador teria pego para si metade dos vencimentos de sua ex-assessora na Câmara, Lara Cristina Rodrigues, durante 14 meses. A argumentação destes filiados é de que o partido não pode ficar inerte diante da situação, já que o Ministério Público entrou com ação civil contra o vereador por improbidade administrativa e pede à Justiça que ele pague multa (R$ 57 mil), perca o mandato e os direitos políticos por até dez anos. Mambrini teve, inclusive, seus bens bloqueados pela Justiça. Um dos que pediram providências foi o escrivão de polícia Adermis Marini, pré-candidato a vereador pelo PMN. “Até conversei com o Mambrini, mas as pessoas na rua perguntam o que fizemos sobre isso. Então, o partido também deve ter uma posição oficial”, disse. O presidente do diretório municipal, Gilberto Marcos Borges de Freitas, oficiou a Câmara na tarde de ontem e solicitou uma cópia do relatório da Comissão Processante, que inocentou Mambrini. Procedimento semelhante deverá ser adotado em relação ao MP. Na sequência, o caso será reportado ao tribunal interno de ética do diretório estadual, que decidirá se cabe ou não medida punitiva ao vereador. Mambrini foi procurado, na tarde de sexta-feira, mas não quis gravar entrevista. Disse que vai aguardar uma decisão para se manifestar oficialmente.

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