A paralisação protagonizada por 16 auditores fiscais da Receita Federal e outros 11 servidores do Ministério do Trabalho e Emprego de Franca ainda continua. Eles reivindicam reajuste salarial e garantem que não há previsão para o fim da greve.
No caso da Receita, a greve começou no dia 19 e, desde então, estão suspensos os serviços de plantões, atendimento pessoal de malha fiscal e processos de restituição, ressarcimento e compensação. Por lei, os outros 15 auditores continuarão trabalhando. Os profissionais pedem 42% de aumento e a realização de concursos públicos.
No Ministério do Trabalho, os servidores querem passar a receber R$ 18 mil, R$ 8 mil a mais do que ganham atualmente. Lá, estão parados desde segunda-feira os serviços de fiscalização de Fundo de Garantia, recepção de queixas, orientação ao público, homologações das rescisões e fiscalização indireta.
De acordo com os representantes dos órgãos, filas e reclamações ainda não foram registradas.
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