O lavador de carros Aparecido Donizete Segismundo, 45, teve um desentendimento com seu padrão e resolveu dar queixa à polícia. Procurou a delegacia para registrar um boletim de ocorrência de preservação de direitos. Não foi uma boa idéia.
Durante o atendimento do caso, policiais que estavam de plantão desconfiaram de seu comportamento e resolveram checar sua ficha criminal. Descobriram que ele era procurado pela Justiça. Havia um mandado de prisão contra o lavador, expedido em agosto de 2006. De vítima, se transformou em acusado e foi levado para a cadeia.
A polícia não soube precisar por qual crime ele foi recolhido. A informação é de que o lavador teria duas passagens anteriores por porte de arma e que seu benefício teria sido suspenso.
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