Outro exemplo de seriedade do Ministério Público quanto à Câmara de Franca e em respeito ao pensamento da população sobre os “representantes do povo” que lá estão. O que importa lá é o conchavo. Amanhã, o político que julga um companheiro hoje, poderá estar sendo julgado e precisando do voto do que foi “livrado” ontem. Que nojo! As sessões da Câmara precisam ser proibidas para crianças com menos de 12 anos, pois as ações dos vereadores são impróprias para a formação de um bom cidadão.
Luis Gonzaga
é leitor do Comércio da Franca
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