O lazer das manhãs de domingo para muitos moradores da Vila São Sebastião e dezenas de pessoas dos mais diferentes bairros da cidade é participar da “Feira do Rolo”, que acontece na ponte da Rua Francisco Marques, sobre a Rodovia Cândido Portinari, das 9 às 13 horas. No local, é possível encontrar brinquedos, ferramentas, utilidades para casa e até alimentos. As mercadorias, novas e usadas, ficam espalhadas no chão, sobre caixas, mesas e nas mãos dos vendedores.
A feira, famosa na cidade, é realizada há décadas e divide a opinião dos moradores. Alguns acham que a origem dos objetos vendidos é duvidosa e isso denigre à imagem do bairro. A batida policial é uma constante aos domingos. Outros gostam do local porque lá podem rever amigos e encontrar objetos estranhos e antigos e fazer trocas. Além disso, os “comerciantes” têm na feira um local de renda extra.
A sapateira Cláudia Cintra, 27, disse que não gosta do lugar. “Quando vêm parentes na minha casa no domingo e perguntam o que é aquilo, fico com vergonha, especialmente quando tem policiais fazendo batida”. Já o vendedor aposentado José Brandão adora a feira. “Ela me quebra vários galhos. Consigo comprar ou trocar objetos e fazer bons negócios”, disse.
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