Gratuidades viram ‘febre’ na Câmara


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As três últimas investidas em projetos de gratuidade e meia-entrada na Câmara foram frustradas. Duas de autoria dos vereadores - para 3,5 mil servidores públicos, de Zezinho Cabeleireiro (PTB) e para guardas civis e agentes da Defesa Civil, de Marcelo Mambrini (PMN) - e outra do prefeito Sidnei Rocha (PSDB), que valeria para a cidade inteira. Seis outras, porém, foram aprovadas recentemente e agraciaram 90 mil pessoas que não pagam nada para ir aos eventos e 88 mil que arcam com somente metade do valor do ingresso. Entre as categorias já agraciadas estão portadores de necessidades especiais (que podem levar acompanhante também de graça), idosos acima de 60 anos, aposentados, policiais militares e civis, além de professores e alunos das redes pública e particular. Com isso, os efeitos são sentidos pela população. Primeiro, pelo inevitável inflacionamento dos preços de ingressos, que, segundo os promotores de eventos, chega a ser de até 40%, e depois por tirar a cidade da rota dos grandes espetáculos. “Muitas vezes o evento e os impostos que são recolhidos com ele vão para outro município por causa disso”, disse o promotor Ricardo Rodrigues.

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