Economia de água pode chegar a 50% com casa ecológica


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DISCURSO - O prefeito Sidnei Rocha falou aos alunos da rede municipal de ensino sobre uso consciente da água em evento na praça central ontem: cerca de 100 pessoas participaram do início das comemorações da Semana da &Aa
DISCURSO - O prefeito Sidnei Rocha falou aos alunos da rede municipal de ensino sobre uso consciente da água em evento na praça central ontem: cerca de 100 pessoas participaram do início das comemorações da Semana da &Aa
A grande atração da semana do Movimento Franca Azul, a Casa Ecológica, é também uma mostra de como o uso racional da água pode afetar o bolso dos usuários. O sistema é simples, como explica o prefeito Sidnei Rocha. “As calhas transportam a água das chuvas do telhado e, através de canos de PVC, jogam a água nas caixas. Com dois meses de economia da água do hidrômetro, os recursos gastos já são pagos”. O secretário de Serviços e Meio Ambiente, Ismar Tavares, diz que é possível economizar até 50% da água consumida e paga na conta da Sabesp com a utilização do sistema da Casa Ecológica. Ele ainda salienta que, além de reduzir a conta, diminui também a possibilidade de eventual falta d’água na cidade. “Nós vamos reduzir a água potável que usamos no dia-a-dia e essa água fica armazenada na concessionária, como um depósito positivo, à disposição da população.” O custo para a instalação do sistema, comenta Ismar, é de R$ 1,5 mil. “São três caixas de água e encanamentos. No decorrer do tempo você acaba economizando e pagando este custo, fora isso colaborando com a população”. Aos interessados, Ismar comenta que podem visitar a Casa Ecológica para observar como funciona e, em caso de casas já construídas, deve-se procurar um arquiteto ou engenheiro para realizar o serviço. Animado, Sidnei diz que espera, inclusive, acrescentar no Plano Diretor da cidade formas de se reaproveitar a água, principalmente das chuvas. Apesar de querer incentivar os francanos a criarem formas de reuso de água, Sidnei diz que não dará incentivos financeiros para isso. “Não temos dinheiro para isso. Como é um sistema barato e depende mais de conscientização, a gente prefere fazer estas campanhas. Um exemplo são os predinhos, que a Prefeitura pagou os hidrômetros e um percentual bastante preocupante não fez a individualização dos hidrômetros”, completou.

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