O juiz da 1ª Vara Cível de Franca, João Sartori, poderá decretar ainda hoje o bloqueio dos bens e a quebra dos sigilos bancário e telefônico do vereador Marcelo Mambrini (PMN). A solicitação foi feita pelo Ministério Público, por meio de liminar, e consta da ação civil pública protocolada na tarde de sexta-feira contra o parlamentar. Até as 19 horas de ontem, não havia decisão.
Segundo o MP, tais medidas visariam a, respectivamente, garantir a restituição de R$ 14,3 mil que teriam sido pagos indevidamente ao vereador - por meio de suposta divisão de salários de Mambrini com sua ex-assessora, Lara Cristina Rodrigues, entre 2009 e 2007 - e garantir a soma de mais elementos ao processo.
Por meio da ação civil pública, a Promotoria acusa Mambrini de ter cometido improbidade administrativa e pede, além da restituição dos valores, que com juros chegam a R$ 57 mil, a cassação do mandato do vereador e de seus direitos políticos por um período de até dez anos. Na ação, o promotor de Justiça Paulo Borges acusa Mambrini ainda de “enriquecimento ilícito”.
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