O Sindicato das Indústrias de Calçados de Franca é uma entidade classista, cujo presidente é eleito por empresários do setor. Não cabe a jornalistas ou a qualquer outra classe destituí-lo. Muito menos ainda a gente sem sobrenome como os leitores Rodrigo, Ana Maria e Paulo Henrique (se é que são esses seus nomes) cuja covardia é tutelada pela postura do jornal Comércio da Franca, que insiste em não identificar os autores das cartas que publica. Isso sim é mentalidade tacanha que denigre a imagem da nossa cidade. Lembramos que democracia implica direitos e deveres. Quem não estiver satisfeito que se candidate ao cargo, se tiver competência para tanto!
Francisco José Donadel
é leitor do Comércio da Franca
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NOTA DA REDAÇÃO — A Editoria de Opinião do Comércio da Franca recebe, em média, 80 cartas e e-mails por dia com manifestação de leitores sobre o factual publicado em suas páginas. Por norma, descarta a correspondência que não contém identificação adequada — nome do remetente, endereço, telefone e documento de identidade. Garante o anonimato ou registra apenas iniciais de nomes ou prenomes àqueles que pedem e de acordo com o que faculta ao periódico a Lei de Imprensa. O próprio leitor — e assinante — Francisco José Donadel, que merece, da parte deste meio de comunicação a mesma consideração que devemos a todos os nossos leitores e assinantes, já teve mensagens suas publicadas apenas com seu prenome, Francisco José — conforme fez constar quando do envio de e-mails —, o que não tirou delas nenhuma credibilidade. Os pontos-de-vista deste Comércio, expressos na Objetiva “Saia o senhor, Donadelli”, publicada em 6 de março e disponível para leitura em http://www.comerciodafranca.com.br/ materia.php?id=27319, estão mantidos. O editorial tratou da forma nada polida com que o senhor Jorge Félix Donadelli, presidente do Sindicato da Indústria de Calçados de Franca exigiu a retirada de jornalistas deste Comércio de ambiente para o qual nossa redação havia sido convidada a estar.
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