Discrição e fetiche: principais atrativos dos garotos de programa


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Mulher, bonita, respeitada na sociedade, feliz no casamento, 38 anos, bem resolvida profissionalmente e apaixonada por garotos de programa. Este é o perfil de Daniela*, uma professora de ensino médio que, de uma a duas vezes ao mês, contrata os serviços dos profissionais do sexo. Procura os rapazes, normalmente, na internet. Mas já contratou, também, os programas no Centro da cidade. Mais precisamente na Praça Nossa Senhora da Conceição. Paga, em média, R$ 50 por uma hora de transa. Ela não reclama do desempenho sexual do marido e fala que tem uma boa convivência matrimonial, mas que simplesmente não resiste à tentação de transar com os rapazes. “Não sei o que acontece. É um fetiche que toma conta de mim, de pagar para ter sexo. No dia seguinte, até sinto culpa, mas na hora não resisto”, disse a mulher, que assume ter ficado com “uns seis ou sete” garotos de programa nos últimos cinco meses. Cláudio* é homossexual assumido. Com boa aparência e situação financeira estável, já saiu com alguns garotos de programa do Centro de Franca. Garantiu que, atualmente, o ritmo de rapazes na praça está pequeno. Quando informado que é comum ver 10, 12 garotos circulando, dá risada e diz que, tempos atrás, havia “20 ou 30”. Ele diz que a maioria dos homens que encontra pela internet não corresponde ao perfil que procura. “Tem muito cara afeminado e não é isso que eu busco. Meu fetiche é por homem de verdade e os garotos de programa são bem masculinos. Além disso, em Franca, a maioria é ativo e todos são muito discretos”.

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