Três vereadores escapam de ação


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Se por um lado Marcelo Mambrini (PMN) ainda não conseguiu se livrar da Justiça, por outro, há quem esteja aliviado. Os vereadores Válter Gomes (PSB), Jepy Pereira (PSDB) e Nirley de Souza (DEM), todos acusados de alguma forma de divisão de salários com ex-assessores, tiveram seus casos arquivados pelo Ministério Público. A mesma absolvição - no aspecto ético - já havia ocorrido na Câmara Municipal. O caso que mais chama a atenção é de Jepy, líder do governo na Câmara. Autor confesso de divisão em seu gabinete, o tucano foi inocentado duas vezes pelo Conselho de Ética da Câmara e, agora, pelo MP, que apontou para a resolução do caso pela Presidência da Câmara. Jepy reconheceu publicamente que manteve dois assessores dividindo um só salário. Nirley foi acusado pela ex-assessora, Marcia Pessoni, de tê-la obrigado a pagar prestações de um veículo Gol, ano 90, que na verdade era destinado ao irmão do vereador, Carlos Roberto de Souza, o “Carlinhos”. Para a promotoria, não há provas de que isso tenha ocorrido. Por fim, Válter Gomes escapou de ser processado porque a denúncia de seu ex-assessor, Sebastião Turquetti, dava conta que o vereador o mandou embora para contratar, com seu salário, cabos eleitorais para sua campanha à reeleição nas eleições de 5 de outubro. Também não foram reunidas provas de que a acusação procedesse.

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