Após inúmeros encontros e desencontros, o pivô Murilo finalmente pode assinar contrato com o Franca Basquete. As bases salariais e o tempo de duração de seu contrato (apenas quatro meses) foram definidos. Resta agora a carta de liberação do jogador, que deve ser enviada pelo Maccabi Tel Aviv nas próximas horas.
O presidente do Franca Basquete, José Guilherme Calil, confirmou ontem que o acerto está próximo. "Já chegamos a um acordo. O procurador do Murilo já está providenciando o documento (liberação do Maccabi), que em breve deverá estar em nossas mãos", disse o cartola.
Caso o acerto seja confirmado será colocado um ponto final nas negociações, que ganharam ares de novela mexicana. Durante a decisão do Paulista, os diretores francanos estiveram próximos de contratar o jogador, mas a contusão do pivô Marcus Pfizer, do Maccabi, fez com que o time israelense exigisse o retorno imediato de Murilo para Israel, frustrando os planos do Franca Basquete.
Por motivos desconhecidos, Murilo permaneceu treinando em Franca. Durante este período, Israel Wasserman, procurador do pivô, promoveu um verdadeiro leilão, oferecendo o atleta para o Paulistano e também para o time de Assis. As partes não chegaram a um acordo financeiro e Franca voltou a briga para contar com o atleta durante a Supercopa.
Marco Baptista, diretor do Franca Basquete, evitou comemorar a contratação. "Estamos esperando o retorno do Maccabi para confirmar a contratação do Murilo ao Franca Basquete", disse o cartola.
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