Contra-senso: consumo de pedras deve cair


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A queda das ações diretas da Prefeitura quando o assunto é pavimentação, recapeamento e manutenção de asfalto ajudará a suscitar ainda mais dúvidas no caso da compra de R$ 585,3 mil em pedras. Estas obras estão entre as que mais demandam consumo do material, mas estão reduzidas ou terceirizadas. Logo, com a demanda menor, a utilização de pedras também tende a cair. No caso da pavimentação nos bairros, a responsabilidade sobre material e mão-de-obra é da empresa que faz o serviço. Geralmente, a própria Emdef. Já o recapeamento é feito pela Sabesp, que inicialmente fornecia somente a massa asfáltica, mas agora pagará também pela prestação do serviço. Por fim, a Operação “Tapa-Buracos” deverá sofrer uma retração. Tanto que, na última terça-feira, a Prefeitura remanejou R$ 1 milhão que era destinado para este fim para outras áreas da administração. Assim, a utilização de pedras ficará restrita a avanço de voçorocas e deslizamentos de terra. Para o presidente da Emdef, João Marcos Rodrigues, a utilização do material varia de acordo com as condições climáticas, mas a quantidade de pedras adquirida pela Prefeitura será suficiente para atender à demanda “por seis a oito meses”.

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