A Francana entrou em campo diante do Osvaldo Cruz no esquema 3-6-1. Um esquema tático pouco utilizado pelas equipes que buscam a vitória desde o início de jogo. O time de Osvaldo Cruz, que se mostrou bem organizado taticamente, aproveitou a oportunidade e adiantou a marcação sem dar espaços para a Veterana tocar a bola. Essa marcação no campo de ataque proporcionou posse de bola mais próximo da meta adversária e por conseqüência mais chances de gol.
Com apenas um jogador no ataque, o time esmeraldino não conseguiu oferecer perigo à meta do goleiro Anderson Enal. Havia 6 jogadores no meio-de-campo da Feiticeira, mas o time pouco produziu.
Analisando os jogos realizados, percebe-se que as jogadas do time de Wantuil Rodrigues concentram no meio. A equipe raramente faz jogadas pelos flancos do campo com os laterais. Essa centralização favorece o adversário.
Mais uma vez, a Veterana demonstrou depender muito das jogadas de Elivélton. A bola sempre passa pelos seus pés. Quando ele está bem o time produz. Quando não rende, o time não encontra o caminho do gol.
Para uma equipe que pretende subir para o Paulista da Série A-2, depender e/ou montar um esquema tático voltado para um só jogador, é arriscado e perigoso.
O time osvaldino não deu espaços para o camisa 10 alviverde e dominou o jogo. O gol de empate no fim do segundo de tempo serviu para mostrar que a Francana ainda não tem um padrão de jogo definido. O time carece de uma maior variação em suas jogadas.
Depende muito de lances de bolas paradas (faltas e escanteios). Com isso, o jogo da Veterana fica previsível e desinteressante.
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