Vereadores aprovam R$ 1 milhão para Educação


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A Câmara aprovou, na sessão de ontem, o remanejamento de R$ 1 milhão do Orçamento Municipal para a Educação. A verba deverá ser utilizada, a princípio, para o pagamento de pessoal - 98 novos cargos foram abertos na área - e construção de escola e creche no Jardim Pulicano, zona oeste da cidade. A matéria não estava na pauta e entrou em votação em regime de urgência. O dinheiro será retirado da Secretaria de Governo, mais especificamente do Departamento de Trânsito, Inicialmente, seria aplicado na Operação Tapa-Buracos, mas com o recapeamento das principais avenidas e a consequente diminuição no volume de crateras, a previsão é que os gastos com remendos caia. Já o segundo projeto do prefeito Sidnei Rocha (PSDB) que entrou em regime de urgência chama a atenção pelo curioso. Autoriza a cidade a entrar no projeto “Caminho da Fé”, que tem por objetivo traçar uma rota de peregrinação que ligue Franca a Aparecida do Norte e, para isso, dá incentivo de R$ 500 mensais. “O valor é pequeno, mas aos poucos poderá ser aumentado”, disse Luiz Carlos Fernandes (PSDB). Se o dia foi bom para o tucano, foi péssimo para Gilson Pelizaro (PT). Por sete votos a seis, teve rejeitado seu projeto de lei que previa parcelamento de multas de trânsito municipais. A alegação dos que votaram contrários foi um parecer da Comissão de de Legislação, Justiça e Redação, comandada por seus desafetos Jepy Pereira (PSDB) e Valter Gomes (PSB). Fora isso, Pelizaro teve problemas também com o Conselho de Ética. O restante da pauta foi light. Foram aprovados dois projetos de Joaquim Ribeiro (PSB) de cunho ambiental: uma para conter desperdício de água e outro sobre disposição de embalagens vazias biodegradáveis. Outra definição que chamou a atenção foi para onde vai o dinheiro arrecadado com a venda de mudas no Jardim Zoobotânico. Graciela Ambrósio (PP) sugeriu as entidades assistenciais e Rui Engrácia para ações de meio ambiente. Engrácia ganhou. SILÊNCIO Ao contrário do que vinha ocorrendo nas últimas semanas, quando protagonizaram incisivos protestos, os professores substitutos compareceram à Câmara em menor número e sem qualquer barulho. Acompanharam calados toda a sessão. Hoje, às 9 horas, eles comparecerão à Secretaria de Educação para a atribuição de aulas. A estimativa deles é que, dos 70 que pegaram sala nos últimos anos, somente “uns quatro ou cinco” peguem classes em substituição. Os camelôs que se instalam próximos à Unifran também compareceram e conseguiram o que queriam. Após ter ameaçado retirá-los dali, o prefeito Sidnei Rocha voltou atrás, a pedido dos vereadores Zezinho Cabeleireiro (PTB) e Donizete da Farmácia (PMN) e liberou a permanência deles no locasl por tempo indeterminado. No ponto, trabalham aproximadamente 30 camelôs, alguns na atividade há mais de uma década.

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